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Quem olha para o familiar cuidador?

Publicação - Sana Arte

É possível cuidar sem saber como o outro se sente? Cuidar é um dom, ou uma aptidão que podemos adquirir durante a vida? Há quem tem empatia desde criança. Perceber o outro é importante num cuidador e em quem é cuidado. Olhar-se no espelho e ver ali o ser humano que somos. Não a imagem física, exigida pela mídia, valorizada pelo exterior, mas o que somos como ser humano. Não é o que importa?

Para cuidar é preciso saber fazer. Muitas coisas! A competência é obtida através de cursos de capacitação. Há muitas técnicas que facilitam o trabalho ao cuidar de idosos, exigindo menor esforço de quem cuida. Confira o texto de um fisioterapeuta. E escreva para nós sobre o cuidado de deficientes mentais. Quem tem dicas? Algumas você pode ver no texto de Beth, a irmã cuidadora.

Quem cuida de mães? Alda cuidou. Tão importante sentir a presença e a constância dos afetos nos cuidadores institucionais. Ela era sempre a mesma em qualquer momento. Uma batalhadora por tantas coisas importantes e um perfil que tanto nos falta: a escuta, o acolhimento, a busca coletiva de soluções. Uruguaia, assim como Galeano, o escritor que participa mostrando a vida ali nos breves textos – a pequena mão que se mexe e o choro para mostrar o amor!

Somos uma caixinha de vida, de surpresas, de remédios, de histórias, de fotografias, de cartas, de cores, de dores... Tantas caixas em nossas vidas! Se são importantes e significativas, quanta riqueza é possível obtermos ao trabalharmos com elas... Abertas/fechadas, opacas/transparentes, cheias/vazias... permitem que penetremos um mundo, descortinemos sentimentos que elas podem conter por toda a vida. Caixas são objetos misteriosos e reveladores! Confira o autocuidado da arteterapeuta que compartilha e complementa a matéria da edição anterior.

O que são os Centros de Atenção Psicossociais? O SUS, informe-se em sua cidade. Lugares que acolhem e despacham porque não dão conta da demanda. Tanto a fazer no país! Confira o nosso abaixo assinado no portal da revista! E leia o trabalho incansável de uma irmã que cuida junto com a mãe.

O tema do câncer presente aqui no depoimento de uma das vencedoras que participa do IMAMA. Matar para viver, uma contradição possível? E o poema dos antônimos... A ambiguidade e a necessidade de mover os sentimentos, de varrer os desconfortos, de abrir a janela e agradecer a vida ao encontrar o colo, nem que seja na folha de papel. Construir-se com ela, achar o ponto de equilíbrio? Um exercício diário.

Boa leitura! E escreva comentando as matérias. Elas são feitas especialmente para você!

 

Marilice Costi , editora-chefe

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